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Consumidor Final

Cuidados

A ABESE recomenda os seguintes cuidados na hora de escolher o mais adequado sistema de segurança eletrônica e a empresa responsável por sua implantação:

Procurar uma empresa idônea, legalmente constituída, que garanta a procedência dos equipamentos e acessórios utilizados para instalação do sistema e, principalmente, que assuma compromisso pós-venda, firmado em contrato com o cliente.

A empresa deve enviar um consultor técnico ao local da instalação para fazer a análise de riscos do local. É preciso verificar a vulnerabilidade do imóvel para posteriormente sugerir quais equipamentos de segurança são mais apropriados para aquele tipo de planta e localização geográfica. Nesta etapa, é indispensável a avaliação do imóvel por um profissional.

O contratante precisa certificar-se de que a prestadora de serviços possua bom referencial de outros clientes, imóveis do mesmo porte já atendidos por ela, e que estejam perfeitamente satisfeitos e adaptados aos equipamentos.

Ao avaliar o custo, não se deve levar em consideração somente o preço do serviço em si, mas a relação custo-benefício oferecida pelo equipamento. O consumidor precisa estar atento a detalhes, como a idoneidade da empresa e as cláusulas do contrato, como a garantia e a manutenção do equipamento incluídas no pacote.

Outro detalhe importante é checar se o contrato de prestação de serviço é coerente com a proposta apresentada no início da negociação e se o equipamento, preço e serviços prestados correspondem ao planejado.

Após a instalação, é necessário exigir que um representante da empresa treine os freqüentadores do imóvel para a correta utilização dos equipamentos, visando o aproveitamento máximo de suas capacidades.

É indispensável o teste periódico do funcionamento do sistema de segurança, seja semanal, quinzenal ou mensalmente. Mesmo que o equipamento possua monitoramento, é necessário que o usuário faça o teste manual periodicamente. Desta forma, é recomendado consultar a empresa sobre os prazos de atendimento técnico em caso de verificar algum problema no sistema.

A Importância de um bom Projeto de Sistema Eletrônico de Segurança

Um bom projeto de sistema eletrônico de segurança é definido ao se realizar uma boa análise de risco do imóvel. É nessa fase que se considera as necessidades de segurança do cliente. Caso essa análise seja superficial ou errônea, todo o projeto do sistema pode ficar prejudicado. Daí, o fato da análise de risco ser fundamental para o projeto.

Na suposição de que a análise de riscos não seja bem realizada, o projeto poderá ser falho, sendo inadequado ao local, ao usuário ou ao tipo de atividade exercida. Poderá então haver falhas de iluminação, de sensores inadequados, da falta de sensores em determinados lugares e de falha de transmissão de sinais de comunicação, entre outros. Logo, o grande culpado do problema será o equipamento eletrônico, que por fim, ficará desacreditado e desvalorizado, enquanto o verdadeiro problema estava no mau dimensionamento das necessidades existentes, ou seja, uma análise de risco inadequada.

É de extrema importância que o cliente que esteja adquirindo um sistema eletrônico de segurança, relacione todos os pontos vulneráveis de seu imóvel, bem como ocorrências que podem ter existido, para que junto com o consultor da empresa estude o melhor projeto para o local.

Claro que todo projeto está relacionado aos recursos financeiros que o cliente está disposto a investir, neste caso, o projeto tem que dar cobertura completa ao local, sem que o transforme, desnecessariamente em uma fortaleza.

Para a realização de um bom projeto, o cliente deve ainda estudar com a empresa: os recursos técnicos existentes (tecnologia a será utilizada - alarmes, CFTV, controle de acesso, etc. - e produtos) e a infra-estrutura do local (tubulações disponíveis e exclusivas por onde serão passados os fios que ligam os sensores a central de alarme). Este estudo deve resultar em uma planta projetando todo o sistema na residência, de forma que fique bem claro ao cliente o que será feito.

O cliente também tem que estar atento e exigir:

  • Contrato de compra do serviço, equipamentos e materiais de instalação;
  • Saber quanto tempo demora a instalação e combinar horários e dias disponíveis e que sejam permitidos, em caso de condomínios, para realizar o trabalho de instalação;
  • Qual programação será feita e como irá funcionar;
  • Fazer treinamento com todas as pessoas da residência;
  • Quando e em quanto tempo serão realizadas as manutenções do sistema.

Dicas:

  • Verificar as qualificações da empresa que está contratando e outros projetos por ela já realizados;
  • Verificar a qualidade dos produtos a serem comprados e instalados (fabricantes e procedência);
  • Verificar sempre se o custo está de acordo com o produto e seu desempenho;
  • Certifique-se que será realizado um projeto e se a empresa tem pós-venda (manutenção e monitoramento);
  • Todo sistema eletrônico deve pertencer a um plano integrado de segurança (Equipamento, treinamento, normas de conduta, rotinas, etc.).

Sistemas Eletrônicos de Segurança

O que é ?
É um conjunto de equipamentos e dispositivos técnicos que instalados em um determinado local, residencial ou comercial, controlam, de acordo com o projeto estabelecido pelas necessidades do cliente (construção, atividade e recurso), fatos que possam sugerir risco para as vidas e os bens das pessoas que ali residem, trabalham ou freqüentam.

Objetivo
Detectar e avisar por meio de sinais, aos responsáveis (proprietários, central de monitoramento interna e externa ou órgãos públicos competentes) alguma irregularidade, de forma que sejam tomadas as devidas providências. É um sistema preventivo.

Tipos
Os sistemas eletrônicos de seguança envolvem: centrais de alarmes, controle de acesso, circuito fechado de televisão e monitoramento, entre outros. Sendo que, cada um deles possui seus equipamentos próprios, como: sensores infravermelhos, magnéticos, rede pulsativas e sensoras, câmeras fixas ou móveis, monitores, vídeos, computador central, microcontroladores, leitores de cartão, código de barra, software gerencial, etc.

Tecnologia
Cada vez mais sofisticada, favorece os sistemas eletrônicos de segurança, desenvolvendo controles mais eficientes do local onde o equipamento está instalado, como também, na transmissão de sinais com a central local ou remota de monitoramento. Estão disponíveis atualmente sistemas de alarme com ou sem fio, sendo que a central sem fio, funciona por sinais de rádio freqüência. Todo local sob controle de um sistema eletrônico de segurança pode ser operado pelo seu usuário, que, através do painel principal e de uma senha, habilita ou desabilita partes do imóvel de acordo com a estadia de pessoas no local. Ele pode, por exemplo, deixar acionado apenas sensores perimetrais quando está dentro do imóvel, ou desativar determinadas áreas dentro do imóvel, como também saber, quando o sistema estiver ativado, que área foi violada.

Falsos Alarmes

Saber evitá-los é dever do instalador/monitorador e dos usuários.

O maior problema no monitoramento de alarmes, tanto comercial como residencial, consiste no que chamamos de alarmes falsos.

O conceito de alarme monitorado é simples: o equipamento instalado no local, quando detecta algum problema através de seus sensores, emite um sinal que é enviado para uma central de monitoramento 24 horas, que, dependendo do caso, aciona as pessoas responsáveis ou os órgãos competentes para a tomada de ações e a conseqüente solução do problema.

O alarme falso surge justamente quando o painel de controle detecta indevidamente um sinal, enviando-o para a central de monitoramento, que irá acionar as pessoas responsáveis, como também a polícia, que deslocará para o local uma viatura. Neste caso, ocorrerá o uso indevido de um órgão público, que poderia estar atendendo a uma ocorrência de real emergência no mesmo momento. Sendo assim, o alarme falso gera um despacho policial falso, ou seja, uma notificação de crime as autoridades sem a evidência de um acontecimento criminoso.

O sinal falso do alarme acontece basicamente por três fatores: problema no equipamento, incluindo má qualidade do equipamento e da instalação; condições climáticas e por manuseio indevido do usuário (inexperiência ou erro). Dos alarmes falsos, 95% são causados pelos próprios clientes.

Os alarmes falsos têm como maior conseqüência à falta de credibilidade do sistema eletrônico de segurança, ameaçando a imagem do setor e das empresas que prestam os serviços na área, pois tanto os novos possíveis usuários, como as autoridades competentes terão a errônea idéia de que o sistema não funciona.

Os sistemas eletrônicos de segurança têm função preventiva e são instalados para evitar ou acompanhar, quando monitorados, roubos, vandalismo, assaltos, fogo, emergência médica, linha de montagem e níveis tóxicos ou de temperatura, entre outros. Dados fornecidos pelas centrais de monitoramento mostram a eficiência do sistema: a cada 100 tentativas de furtos em estabelecimentos com alarmes, 94% fracassam; o número de estabelecimentos roubados sem alarmes é três vezes maior e a quantidade de bens roubados em estabelecimentos sem alarmes é 10 vezes maior que os que possuem alarmes.

Assim, para evitar o alarme falso e o descrédito do sistema, considerando que os próprios usuários são os maiores causadores, é obrigação das empresas instaladoras e monitoradoras a realização de treinamentos que venham a capacitar os novos usuários, incluindo a necessidade de mudança de conduta, para evitar falha de comunicação com sua central de monitoramento.

Apagão

O Sistema de segurança funcionará durante o apagão? Por quanto tempo o equipamento funcionará? A comunicação entre o sistema (terminais de alarmes) e a central de monitoramento 24 horas estará garantida? Afinal, a segurança do imóvel e das pessoas continuará eficiente durante a interrupção de energia?

Essas dúvidas vem surgindo nos usuários de sistemas eletrônicos de segurança. E podemos dizer que os equipamentos e as centrais de monitoramentos estão preparadas para esse fato, caso ele aconteça. Aliás, por se tratar de um equipamento de segurança, o fator interrupção de energia é um item já previsto nos equipamento e nas instalação de sistemas eletrônicos de segurança.

Essa garantia de funcionamento está relacionado a dois itens existentes nos equipamentos: Nas centrais de monitoramento 24 horas, os NO BREAKS e GERADORES de energia, e nos terminais de alarmes instalados nas residências, as BATERIAS. Assim toda a rede de sistemas eletrônicos de segurança fica mantida, no caso de falta de energia.

A maior preocupação é com o estado das baterias dos terminais de alarmes que ficam no cliente. Sr. Mário Tavares, Diretor Presidente da ABESE, comenta em entrevista à revista Proteger: “Existe a necessidade de verificação das baterias dos equipamentos que tenham no break, fazendo testes, substituindo aquelas que estejam com a validade vencida, mesmo que ainda estejam em plena carga. Elas serão submetidas a descargas e recargas contínuas que podem danificar ou encurtar o tempo de vida, pois essa não é a programação delas.

As centrais de monitoramento que têm mais cuidado com o parque instalado, monitoram os sistemas para verificar se as baterias estão descarregadas, assim elas têm condição de informar o cliente da situação. Até recomendo que os clientes perguntem para suas empresas de monitoramento se elas estão verificando ou não a condição da bateria. Por exemplo, os alarmes usam normalmente baterias de 3,5A ou 7A. A de 3,5A está mais suscetível a apresentar defeito no apagão, porque vai atender as primeiras 4 horas ,mas se a descarga for grande talvez não consiga receber nas horas seguintes a carga necessária para sofrer mais quatro horas de interrupção.

A recuperação dela estará comprometida. Já uma bateria que esteja bem dimensionada , provavelmente vai descarregar e receber carga normalmente, se as faltas não forem exageradas.” . . . “se a bateria estiver com carga baixa e faltar energia, pode provocar muitos disparos falsos de alarmes porque diversos detectores necessitam de alimentação mínima”. Dessa forma é fundamental que o cliente esteja sabendo se sua bateria está válida e funcionando corretamente. Para isso, deve-se fazer uma verificação das baterias de acordo com os procedimentos escritos no manual de instalação e operação da central de alarme instalada em sua casa e em caso de dúvida, entrar em contato com sua operadora para o esclarecimento.

Já, quanto aos sinais de comunicação entre os terminais de alarmes e as centrais de monitoramento 24 horas, não deve ocorrer problema algum, uma vez que os mesmos utilizam a linha telefônica para fazer o protocolo de comunicação, e as operadoras de telefonia possuem autonomia de funcionamento.

Podemos dizer então que, observadas as questões acima citadas e tomando os cuidados necessários, os sistemas eletrônicos de alarmes funcionarão normalmente no caso de ocorrer o “apagão”, garantindo assim a preventiva segurança do lugar e das pessoas.

CFTV – Circuito Fechado de Televisão

O CFTV é um dos sistemas eletrônicos de segurança mais utilizado no mercado pelas pessoas que procuram se prevenir contra a criminalidade. É um sistema que permite identificar possíveis problemas, posicionando-se também como inibidor das ações, tanto de agentes externos como dos internos. Deve estar sempre integrado a outro sistema, como o de alarmes sensoriados, possibilitando assim, não só a identificação do problema, como também, o mecanismo de alerta, para que em caso necessário, seja acionado os meios competentes para deter o evento.

O sistema, como o próprio nome diz, é um circuito fechado de câmeras, posicionadas conforme a necessidade do local e a conveniência do cliente, que transmitem as imagens para um ou vários monitores de televisão, permitindo que uma pessoa observe os fato em andamento. A observação pode ser local ou em lugar remoto. Com o desenvolvimento da tecnologia e o acesso a internet, atualmente é possível, através de equipamentos e software especiais, visualizar o local que possui CFTV de um computador remoto, ou seja, alguém que tenha um notebook pode, por exemplo, conectar-se ao CFTV de sua empresa ou casa de campo e verificar o que está se passando lá.

Os equipamentos básicos utilizados são: câmeras de vídeo e monitores de televisão. Contudo para a funcionamento e eficiência adequada do sistema, são necessários ainda, equipamentos mixadores das imagens para gravação e apresentação das várias imagens no mesmo monitor, gravadores das imagens geradas para arquivo e equipamento para a transmissão remota, entre outros.

As câmeras variam muito, assim como seus preços. Desde uma mini-câmera, do tamanho de uma caixa de fósforos, até câmeras com lente de aproximação (zoom), acopladas em dispositivos motorizados que são acionados por controle remoto e podem observar pontos distantes, buscando o ângulo mais adequado de visão. Outra opção disponível é a gravação de sons. A grande maioria funciona com baixa voltagem.

Ao escolher entre os tipos de câmeras, a primeira consideração a ser feita é o local onde cada uma será instalada. As de uso interno são mais simples e não costumam dar problemas, já as externas devem-se ter mais cuidados ao escolher, caso fiquem expostas ao tempo, devem ser a prova d’água ou possuir um protetor à prova d’água.

Outra consideração a ser feita é o uso de câmeras coloridas ou branco-e-preto. As mais utilizadas são as branco-e-preto, que em situação de baixa luminosidade, capturam melhor a imagem do que as coloridas. Já as coloridas, possibilitam identificar mais rapidamente as pessoas.

Por fim, o posicionamento ideal das câmeras é o fator fundamental para o bom resultado do sistema. É preciso estar certo de que a câmera vai cobrir a área que se pretende observar. Em sua maioria, as câmeras são projetadas para a cobertura de áreas não muito grande, de 2 a 6 metros de distância entre a câmera e a área observada. Também deve-se ter o cuidado de não colocar as câmeras em locais onde a luz, seja solar, de holofotes ou luminárias, atinja o campo de visão das câmeras, o que prejudicaria a qualidade da imagem e a identificação de movimentos.

Os monitores podem ser escolhidos entre os dedicados exclusivamente ao CFTV, convenientes para a central de monitoramento das imagens, ou em monitores de televisão propriamente dito, permitindo que os moradores verifiquem em um canal próprio para o CFTV quem está chegando ou saindo. Assim, por exemplo, todos moradores de um prédio podem acompanhar as movimentações no condomínio.

Um item de fundamental importância no sistema de CFTV é a instalação e sua manutenção. É necessário planejar, se possível, a instalação do sistema totalmente independente, principalmente o de alimentação, utilizando baterias auxiliares, para no caso de uma interrupção de energia, o sistema não ficar inoperante. A utilização de cabos e conexões adequadas e de alta qualidade, bem como a correta ligação entre os diversos equipamentos do sistema permitirá o funcionamento desejado e eficiente do sistema. Dessa forma, recomenda-se sempre procurar uma empresa especializada no sistema e que apresente os serviços já executados e em funcionamento realizados por ela.

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